Fiquei preso a ti pelos teus olhos doces, um pouco tristes, pelo teu sorriso do tamanho do mundo.
Pedro Paixão, Ladrão de Fogo, Prime Books, 1ª ed., Abril 2005
Um ser que amava partiu em grande sofrimento, apesar da luta guerreira que travei para o agarrar à vida. Não quis! Desistiu. E, no entanto, fora um inigualável lutador toda a sua vida!
Um amor verdadeiro, sereno, infinito, escrito na memória dos tempos afastava-se. Aí, parei! Deixei de escrever. Calei."
Cada vez escrevo menos, De mim, quase nada. Vou deixando palavras que algumas vezes não quero, outras sim me obrigam a deixá-las passar por entre os dedos.
"São as impresssões digitais feitas de centelhas de sentimentos, afectos que teimamos resguardar, mas a força maior emanada da luz interior faz-nos soltar reflexos das fragrâncias do ser que somos."
Transmitem, por vezes a inteligência emocional que me guia, os afectos, as vivências não vividas.
Creiam! Não pretendo mostrar-me diferente do que sou. Tudo o que deixei e deixo (entre)ver, eu Sou!
Vivo ainda de utopias sim! Menos ? Não sei ! Uma certeza tenho. Sou eu. Sempre.







