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Saturday, February 01, 2025

E foi assim Janeiro !

 

 



Last day of January

https://hu.pinterest.com/


E hoje termina Janeiro. Aquele mês que sempre achamos interminável, o mais longo. Sentimos mais o frio, a tristeza da natureza despida. O gelo que trespassa. A falta do sol. O excedente das nuvens plúmbeas. E tanta chuva caíndo de um firmamento que parece choroso do mundo que nos envolve.


Inexplicavelmente, este ano, Janeiro passou mais lesto. Como fugindo do mundo. Ou fugindo de nós.


Será que fomos nós que deixámos fugir Janeiro? Ficou tanta coisa por fazer, por dizer... 


Janeiro foi, para além da natureza sem graça, das noites frias, dos dias fugidios que anoitecem tão cedo, um mês ainda mais triste.





David Lynch 
credits. Janus film

Ficámos sem David Lynch, o grande cineasta, inventor do cinema surrealista que encheu nossos ollhos e sentimentos de coisas belas, inesperadas e jamais vistas. Não pela idade. Mas sim pelo tabaco que lhe causou um efisema pulmonar mortal.


"What bouillabaisse of ingredients combines to make something not just creepy, not just Surrealist, not just thrillingly unnerving, but uniquely “Lynchian,” that amorphous shorthand that we’ve thrown around ever since the director’s 1977 debut feature Eraserhead became a near-instant cult classic."


David Foster Wallace,

in Vogue, March 2017


Esta a autêntica definição académica de 'Lynchian'. Mas Lynch tornou-se imortal deixando para a história do cinema algumas das obras mais marcantes. Filmes enigmáticos, originais.






David Lynch
credits: Camara Press/ Sébastien Soriano/ Figarophoto


Quantos de nós ficámos presos ao pequeno ecrã, nos anos 90, desde a primeira imagem de Twin Peaks e da banda sonora de Angelo Badalamenti, compositor e autor de várias bandas sonoras de filmes de David Lynch


 



Twin Peaks/ television series
via CBC

Filmes inesquecíveis como Mulholland Drive (2001), and Lost Highway (1997). E claro, Twin Peaks.





Marianne Faithfully
credits: Broken English (album, 1979) / Dennis Morris
 

E quase a terminar Janeiro 30, veio outro triste desaparecimento. Marianne Faithfully, a cantautora, actriz e poeta britânica. Começou a sua carreira com uma balada de Mick Jagger e e Keith Richards, As Tears Goes Bye (1964). Mas Marianne foi muito mais além.



 



It is the evening of the day I sit and watch the children play Smiling faces I can see, but not for me I sit and watch as tears go by

(...)

It is the evening of the day I sit and watch the children play Doing things I used to do, they think are new I sit and watch as tears go by.


Marianne Faithfully, As Teas Goes Bye 


Dexemos Janeiro, este primeiro mês de 2025! E esperemos um Fevereiro com saúde, paz, sol, amor... o resto? É só o resto! 


Miosótis (pseudónimo)


31.01.2025

Copyright ©2025-fragmentosdanoitecomflores Blog, fragmentosdanoitecomflores.blogspot.com®

Sunday, April 14, 2024

Back to Black, again ?!

 




Black to Black

Sam Taylor-Johnson. 2024

https://www.imdb.com/


Back to Black, diz-vos algo, certo? O álbum que tornou célebre a inesquecível e imortal Amy WineHouse


Não, desta vez, não é o álbum, é um filme. Não o documentário baseado em documentos autênticos (2015) sobre Amy Winehouse. É um filme ficcionado, interpretado por Marisa Abela, desconhecida para mim, e talvez muitos outros. Mas com uma parecença física muito próxima de Amy. Transformação bem conseguida, a de Marisa Abela. Filme autorizado pelo pai de Amy Winehouse





Black to Black

Sam Taylor-Johnson. 2024

https://www.imdb.com/


Curiosa, fui ver. Narra na 1ª pessoa, a rápida ascensão da cantora britânica à fama, e à sua queda. E, obviamente, o lançamento do álbum que dá nome ao filme actual. Back to Black.


O filme, não vou designá-lo por biopic sobre uma parte da vida - a mais dolorosa - de Amy Winehouse é realizado por Sam Taylor-Johnsonrealizadora de filmes como Nowhere Boy (2009), sobre John Lennon nos seus anos de adolescente, ou As Cinquenta Sombras de Grey (2015). Filmes que não vi.




Back to Black
Amy Winehouse 


Canções como Rehab, Valerie ou o tema Back to Black, são interpretados por Marisa Abela dizem os sites especializados. Tive essa sensação. Mas pus em dúvida. No entanto, se assim o afirmam... 


É certo que o timbre é muito próximo de Amy Winehouse. Só considerei que os trejeitos que fazia eram demasiados forçados, já que em Amy cantar é extremamente natural, nada forçada ou histriónica. Falo na voz e no modo como cantava.




Black to Black

Sam Taylor-Johnson. 2024

https://www.imdb.com/


Afirma-se um enredo contado na perspectiva de Amy e no seu relacionamento com Blake, o amor que a destruiu definitivamente. E que inspirou um dos álbuns mais "lendários de todos os tempos”. Back to Black.




Amy Winehouse & Black
credit: Shuttersbock

O filme foca-se definitivamente no lado mais negro da tão curta vida de Amy. Uma voz belíssima que tinha tudo para dar certo. Oiço-a constantemente.




Black to Black

Sam Taylor-Johnson. 2024

https://www.imdb.com/


As críticas dos fãs de Amy Winehouse têm sido ferozes. Concordo. É talvez mais um aproveitamento do pai para ganhar dinheiro?! Um filme deprimente.


O facto da família ter permitido devassar o apartamento de Amy para as filmagens, é devastador. Devia ser um lugar sagrado para a família. 


Não gostei ! E se foi verdadeiro.a fã da cantora, em vida, não vá !






"The film focuses on Winehouse’s early years, living in London, her rise to fame and the recording of her groundbreaking breakout studio album, the titular Back to Black."

The Hollyood Reporter


'I feel very strange. Can you please all let Amy rest?'

Miosótis (pseudónimo)

14.04.2024

Copyright ©2024-fragmentosdanoitecomflores Blog, fragmentosdanoitecomflores.blogspot.com®


Friday, April 30, 2021

E foi assim a Noite de Oscars

 




93ª Cerimónia dos Oscars  

Uma decepção. Não encontro outra palavra para definir uma curta noite frente ao ecrã da televisão. Perdi muito pouco tempo. 

Longe vão as noites em que ficava acordada, quase até de madrugada, para ver os meus actores ou actrizes de eleição. Ninguém. Um vazio. 

Um fracasso que redundou no matar de um sonho pelo amor ao cinema.

E não teve só a ver com a pandemia. Foi um todo. 

Nem o elenco dos vinte apresentadores anunciados me segurou. Desliguei ao segundo apresentador.

Positivo? A linda Union Station, de Los Angeles. Embora, tristemente transformada em ambiente supérfluo. 



Nomadland, Sobreviver na América
Chloe Zaho, 2020

O filme vencedor Nomadland. Uma história de solidão assumida, baseada no livro com o mesmo título de Jessica Bruder.

Fren, uma americana que parte na sua van, explorando uma vida fora da sociedade convencional. Uma nómada dos novos tempos.

Oscar Melhor Filme, Melhor Realizadora Chloe Zaho, entre outros prémios. 

Incrível banda sonora de Ludovico Einaudi. Belíssima fotografia. Interpretação fabulosa, como sempre de Frances McDormand.





The Father
Florian Zeller, 2020

The Father, do realizador francês Florian Zellergalardoado com o Oscar de Melhor Adaptação ao cinema, da sua peça. Drama de uma família lidando com Alzheimer. Oscar de Melhor Actor para Anthony Hopkins, com 83 anos. Bravo! Um grande actor!

Negativo? O ambiente físico, e até humano. A apresentação (vestuário) da  excelente realizadora, Chloe Zaho. Por vezes, é necessário um pouco de noção circunstancial.

In Memorian: O desaparecimento de realizadores como Bernard Tavernier, Alan Parker, Joel Schumacker, compositor Ennio Morricone, actores como Sean Connery, Max Von Sydoww, Christopher Plummer, Michel Piccoli, todos lendas do cinema. Sempre um momento emocional.

A cerimónia dos Oscars morreu com estas lendas do cinema?


Miosótis (pseudónimo)

30.04.2021
Copyright ©2021-fragmentosdanoitecomflores Blog, fragmentosdanoitecomflores.blogspot.com


Tuesday, November 03, 2020

Até sempre, Sir Sean Connery !





Sir Sean Connery [1930-2020]
créditos: REUTERS
via BBC

"I was heartbroken to learn this morning of the passing of Sir Sean Connery. Our nation today mourns one of her best loved sons."

 Nicola Sturgeon,  Primeira-Ministra da Escócia, 
na sua conta Twitter

Morreu Sean Connery.actor escocês, que se notabilizou no papel de James Bond, morreu nesta madrugada de sábado, nas Bahamas. Tinha feito 90 anos, no dia 25 Agosto passado.





Sean Connery

 Sean Connery: Bond/ Never Say Never Again

credits: Sheila Penn/Sygma via Getty Images


Sean Connery foi o primeiro e carismático actor a dar vida a 007-James Bond no cinema. Protagonizou o papel de espião britânico, em sete filmes. Todos com sucesso. Tornando-se, assim, uma referência para todos os actores que se lhe seguiram.

Não era o meu tipo de filme, mas a partir do último filme em que reapareceu, suponho que Never Say Never Again (1983), fui vendo alguns. Até chegar à 'era' de Daniel Craig.

A carreira de actor ficou marcada por vários outros papéis. E uma longa carreira cinrmatográfica. Foi galardoado com um Oscar, dois Bafta e três Golden Globes

Foi, por exemplo, pai de Indiana Jones, ou melhor, Professor Henry "Indiana" Jones, Jr., em Indiana Jones The Last Cruzade (1989). 






A sua enorme filmografia não caberia nesta postagem. Nem é esta, a minha intenção. Apenas prestar uma singela homenagem a este senhor do cinema, e relembrar dois ou três filmes que me marcaram.

Sean Connery no filme de espionagem The Russia House (1990) com Michelle Pfeiffer. Baeado no livro homónimo de John Le Carré. A Casa da Rússia, um clássico da literatura de espionagem sobre as relações entre a Grã-Bretanha e a Rússia nos tempos da Cortina de Ferro. 

Há um momento do filme em que o serviço secreto britânico localiza Blair (Sean Connery) em Lisboa:






Outros dois ilmes de Sir Sean Connery que gostei mesmo. O Nome da Rosa, 1986, baseado no livro com o mesmo título O Nome da Rosa de  Umberto Eco. Um dos meus escritores favoritos. Lera o livro e fiquei curiosa de ver a adaptação ao cinema.




The Name of The Rose
Jean-Jacques Annaud, 1986

Num mosteiro franciscano em Itália, paira a suspeita de que os monges estejam a cometer heresias. Frei Guilherme de Baskerville (Sean Conneryé, então, enviado para investigar o caso, mas tem sua missão interrompida por excêntricos assassinatos. O enredo passa-se no século XIV, com referências históricas e filosóficas, já que Eco era historiador e professor na Universidade de Bologna.

Vale muito a pena ler o livro. Excelente para quem gosta de História desta época.




Finding Forrester
Gus Van Sant, 2000

E Finding Forrester ( 2000) que adorei! Uma história linda acerca da amizade entre um escritor talentoso, mas pouco conhecido, William Forrester (Sean Connery), e um estudante negro, Jamal Wallace (Rob Brown), selecionado para entrar n área basketball, numa conceituada universidade americana. 

Vencedor de um Prémio Pulitzer, Forrester cruza-se com Jamalapercebe-se do talento especial do jovem para escrever. Procura incentivá-lo a seguir esse caminho ensinando-o na técnica da escrita. Termina recebendo, também, algumas lições de vida.



Finding Forrester
Gus Van Sant, 2000

Uma soberba interpretação de Sean Connery no protagonista William Forrester em Descobrir Forrester (título em português). 

"Even late in his acting career, Connery found roles that let his talent shine through. In 2000's "Finding Forrester," 

Até sempre, Sir Sean Connery! 

Miosótis (pseudónimo) 

31.10.2020
Copyright ©2020-fragmentosdanoitecomflores Blog, fragmentosdanoitecomflores.blogspot.com®

Saturday, February 15, 2020

A propósito de Oscars ! Decepções ? Algumas !





Joaquin Phoenix
Melhor Actor Principal 
Joker
credits: Getty Images
via FoxNews

"I think that we’ve become very disconnected from the natural world and many of us, what we’re guilty of is an egocentric world view. A belief that we are the center of the universe."

Joaquin Phoenix







Joaquin Phoenix
Joker
Todd Phillips, 2019

O esperado Melhor Actor PrincipalJoaquin Phoenix, no filme Joker. Sem sombra de dúvidas. Fabulosa interpretação. E uma tremenda transformação física. Arrepiante.

Chegámos então à noite dos Oscars. A noite de todos os sonhos. E de tantas decepções. O brilho, a magia, esses têm ficado pelo caminho.

Outros tempos. Outros interesses. Alguma demagogia?




Bong Joon Ho, produtor & actores
credits: Chris Pizzello/ AP
via the Independent.co.uk

Primeira decepção? Oscar para Melhor Filme, Parasite, entregue por Jane FondaParasitas

Certo. Palme d'Or no conceituado Festival de Cannes 2019. É o festival dedicado ao cinema experimentalista. Um festival engagé. Sempre o foi. Mas nos Oscars?!

Premiado nos SAG Awards, galardão do Sindicato dos Atores dos EUA, Melhor Elenco de Filme. Também, venceu nos Golden Globes como Melhor Filme Estrangeiro. Tudo bem. Mas, Hollywood


Parasite
Bong Joon Ho, 2019

Vi o filme. Com algum sacrifício, devo confessar. Parasite não conseguiu agarrar-me. Embora com forte mensagem política e social. Senti-me desligada das personagens, um pouco entediada. Uma amálgama de sentimentos dispares. Resisti, e fiquei até ao final. Saí da sala decepcionada, quase enfadada. E a cena final, macabra, à la Tarantino.




Oscars 2020
credits: Getty Images

92ª Cerimónia Oscars 2020 foi difundida pelos canais FOX. Sem surpresas, depois de 2019. E em live stream tv free no canal ABC que dificultava bastante aos cinéfilos que chegavam da Europa. Sobretudo oriundos dos países da UE. 

A cerimónia dos Oscars é sempre algo que seduz. Sobretudo, os apreciadores de cinema. Embora o nível audiências continue a descer. Culpa? Mas, bom, eu adoro cinema. E lá estive, frente ao televisor, bem instalada. Sem pipocas. Até ser vencida pelo sono.



The Irishman
Martin Scorsese, 2019
The Oscars 2020

Mais decepções? Tantas ausências! Consagrados nomes. Actrizes, actores, realizadores. E o glamour? 

Poucos resistentes, presentes. Al Pacino, Robert de Niro (não escondeu seu enfado), actores já galardoados. Nomeados, mais uma vez, em The Irishman - filme nomeado - de Martin Scorsese. Quando será este imenso realizador reconhecido como deve ser?

Bem, pelo menos o realizador sul-coreano Bong Joon Ho, premiado, prestou-lhe homenagem ao receber o Oscar de Melhor Realizador. Nem Scorsese esperava!

apresentação da cerimónia, feita por nomes ligados ao cinema, nas suas várias áreas, permitiu colmatar algumas das críticas feitas. Só em parte.

A não nomeação de mulheres realizadoras foi demasiado notória. Apenas Greta Gerwig fez questão de estar presente. E muito bem!




Greta Gerwig, Saoirse Ronan, Margot Robbie
credits: © Selfie 

Realizadora de Little Women, filme baseado no livro de Louisa May Alcott. Nomeado para Melhor Filme (ao menos isso). A competição era renhida. Mas sair apenas com o Oscar de Costume Design, entregue à sua criadora, Jacqueline Durran?





Natalie Portman
credits: Robyn Beck/ AFP 
via Getty Images

E até Natalie Portman fez da sua capa, um protesto à ausência de mulheres realizadoras nas nomeações. Gravados os nomes das realizadoras ignoradas. No entanto, a(s) crítica(s) fizeram-se ouvir no sentido de a citarem como 'hipócrita'(?) 
Algo que não ficou bem. A briga gerada entre Portman e a actriz activista Rose McGowan. 

Voltando aos filmes nomeados. Alguns ainda não exibidos nas salas de cinema. É o caso de The Irishman, outros disponíveis em vésperas da cerimónia. Mas vi alguns outros, com ou sem nomeações.




Judy
Rupert Goold, 2019

Dos filmes nomeados com actrizes premiadas que ainda não vi: Judy, baseado nos últimos anos de vida da actriz e cantora Judy Garland. E Marriage Story, com interpretações das conceituadas actrizes, Renée Zellweger, Melhor Actriz PrincipalLaura Dern, Melhor Actriz Secundária, respectivamente.





Renée Zellweger
credits: Getty Images
Judy
Rupert Goold, 2019





Laura Dern
credits: Rob Lstour/ Shuterstock
Marriage Story
Noah Baumbach, 2019


Vi Once upon a time in Hollywood de Quentin Tarantino. Gostei imenso. Divertido, numa história de amor a Hollywood, mas bem ao jeito de Tarantino! Bastante mais equilibrado. Brad Pitt, Melhor Actor Secundário. Merecido. Está no seu melhor!

E vi também Pain and Glory, filme autobiográfico de Pedro Almodóvar no registo intimista em que se teu pautado nos seus últimos filmes. Antonio Banderasnomeação para Melhor Actor. Galardoado nos Bafta Awards





Richard Jewell
Clint Eastwood, 2019

E dois filmes baseados em factos reais de uma América recente. Richard Jewell, contado por Clint Eastwood em estilo documental. Eastwood é excelente (como sempre), na narrativa dos 'vícios' do seu país. E não só. Um dos meus realizadores favoritos. 

Sobressaem imenso as interpretações dPaul Walter Hauser e a notável Kathy Bates. Nomeação Melhor Actriz Secundária.

BombshellBom! Baseado nos factos reais que abalaram o sistema de Hollywood. Sem muito a acrescentar, mas com excelentes interpretações de Charlize Theron, Nicole Kidman e Margot Robbie. E talvez a verdade sobre alguns factos. Não seria de esperar outra coisa, já que Charlize Theron é produtora do filme.






Não vi ainda 1917 de Sam Mendes. Nao vou perder, claramente. O grande derrotado da noite. Tinha nove nomeações. Inesperado. E talvez injusto. Para mim, sem dúvida. Conheço Sam Mendes de outros filmes, e alguns bons actores que fazem parte do elenco. Collin Firth ou Benedict Cumberbatch.





Ford vs. Ferrari
James Mangold, 2019

Esquecidos? Christian Bayle, em Ford vs. Ferrari, em Portugal, Le Mans '66: o Duelo. Nomeado nos Golden Globes, Melhor Actor. Mas ignorado nos Bafta e Oscars 2020. E, no entanto, uma fabulosa interpretação na recriação do célebre racer de Formula I, Carroll Shelby. Bale é um dos melhores actores da nova geração.

Richard Jewell de Clint Eastwood, embora com uma nomeação para a fantástica Kathy Batescomo Melhor Actriz Secundária.


Enfim, quase uma semana, após a Cerimónia dos Oscars. Mas, há ainda filmes a ver...


Miosótis (pseudónimo) 

15.02.2020
Copyright ©2020-fragmentosdanoitecomflores Blog, fragmentosdanoitecomflores.blogspot.com®